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Curso de Projetista de Sistemas Fotovoltaicos – Por que vale a pena se inscrever!

Como vocês devem estar acompanhando, de 19 a 21 de maio, a Solsist Energia em parceria com o Senai, promove mais uma edição do . Com mais de 600 alunos capacitados em vários estados do Brasil e totalmente reestruturada (com carga horária ampla e mais atividades práticas), a atividade tem o objetivo de capacitar os alunos a conceber e dimensionar projetos de microgeradores conectados à rede e sistemas autônomos. O participante terá acesso aos subsídios necessários para avaliar projetos fotovoltaicos, tanto da forma técnica quanto comercial.

Nesta semana algumas pessoas entraram em contato com nossos engenheiros, por telefone e redes sociais, a fim de entender melhor o mercado solar e, a partir dai, avaliar se vale ou não a pena se inscrever em nosso curso. Pensando que essa deve ser também a dúvida de muitos resolvemos aproveitar este espaço para mostrar que o setor solar é realmente a energia da vez e que sim, leitor, vale muito apostar na área. Siga com a gente!

O mercado solar

Na contramão da crise, o mercado de energia solar fotovoltaica tem despontado e aumentado suas receitas. Vários projetos andam crescendo por todo pais, sejam realizados de forma independente ou por meio de recursos públicos. As revisões da resolução da ANEEL 482, em novembro de 2015, passando a vigorar em março de 2016, determinaram novas possibilidades para a geração de energia elétrica distribuída, representando um grande ganho para que o setor pudesse evoluir e colocar em prática várias ações.

Dados divulgados no início deste ano pela Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), com base nas projeções feitas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), os projetos para a área podem chegar a 25 gigawatts (GW) em potência instalada até 2030, sendo 17GW de geração centralizada (usinas de grande porte) e 8,2 GW de geração distribuída (em casas, edifícios comerciais e públicos, condomínios e na área rural, como em fazendas). Isso equivale a quase duas Itaipus representando um investimento na casa dos R$ 125 bilhões. Hoje já estão em andamento 111 projetos, dos quais 12 em construção, com um total de 346 Megawatt (MW), e outros 99 empreendimentos que ainda não foram iniciados, de 2.6 MW. A Absolar estima que, já em 2018, a participação da energia solar na matriz energética ficará entre 2% e 3% contra 0,02% registrado em 2015.

Curso Solsist e Senai
Curso já capacitou mais de 600 alunos em vários estados do Brasil

Brasil dobra número de instalações

Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) revelam que em abril, o país concluiu a instalação e conexão de mais de 10 mil painéis solares de microgeração de energia. Juntos, eles geram 112 megawatts. Em outubro de 2016, o país tinha apenas 5 mil painéis solares na rede, ou seja, a indústria de energia solar não só cresceu como dobrou em seis meses o número de suas instalações.

Se a indústria solar está avançando mesmo com uma perspectiva econômica difícil, a expectativa para médio e longo prazo é ainda mais otimista. O custo de instalar painéis deve cair com o ganho de escala, estimulando novas instalações. Segundo uma estimativa da área de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, a microgeração distribuída deverá atingir a marca de 1,2 milhão de instalações em 2024. Um milhão de famílias e comerciantes brasileiros usufruindo de energia limpa e barata.

Investidores de olho no mercado

Se o mercado de instalações cresce no país naturalmente ele despertará a atenção de investidores, não é mesmo? E é exatamente isso que vem acontecendo. Grandes elétricas internacionais, têm anunciado ou ampliado investimentos no setor como a italiana Enel, a norte-americana AES e a francesa Engie.

A italiana Enel montou uma empresa dedicada à geração solar de pequeno porte no Brasil ainda em 2013. Em 2015, acelerou a contratação de representantes comerciais no país para garantir o crescimento em meio a um cenário mais favorável para a tecnologia. Nesse mesmo ano, a capacidade instalada em sistemas de microgeração solar vendidos pela companhia cresceu de 170 kWp para 1.392 Kwp. Até 2020 a empresa espera crescer ao menos cerca de 150%.

A norte-americana AES também entrou no segmento e incluiu a instalação de sistemas de microgeração solar entre os serviços prestados por uma nova empresa do grupo no Brasil, a AES Ergos, voltada a soluções em energia para clientes comerciais e residências.

Outra gigante da área de energia, a francesa Engie, com sua controlada Tractebel fechou a aquisição no ano passado da Brasil Energia Solar, voltada a instalações de pequeno porte.

E não para por aí. Com mais investimentos internacionais, o número de fábricas e empresas que produzem e desenvolvem componentes ligados a área também não param de crescer. A Canadian Solar, uma das maiores empresas globais do segmento de energias renováveis, acaba de inaugurar uma fábrica de painéis solares em Sorocaba, no interior de São Paulo. Temos também uma forte presença de empresas chinesas como o grupo BYD Energy – o maior fabricante de baterias e veículos elétricos do mundo – que abriu uma nova sede em Campinas, gerando trezentos postos de trabalho.

E você, conhece algum bom exemplo que demostre o crescimento do mercado solar? Compartilhe com a gente e não deixe de garantir a sua vaga em nosso curso. Corra que ainda dá tempo! Mais informações pelo: http://www.solsist.com.br/curso-projetista-e-montagem-senai/

*Com informações da revista Época Negócios

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